Se uma canção bastasse
Para mudar o mundo!
Passaria a vida a cantar!
Os homens seriam mais responsáveis,
As mulheres mais livres
E as crianças mais amáveis
E felizes!
A vida faria mais sentido
Porque a minha canção
Ressoar-lhes-ia continuamente
Ao ouvido.
Os velhinhos seriam mais protegidos,
Os doentes mais bem acolhidos
E os drogados mais aceitados
E queridos.
A vida faria mais sentido
Porque a minha canção
Ressoar-lhes-ia continuamente
Ao ouvido.
Os políticos seriam mais honestos,
Os governantes mais preocupados;
Não haveria mais guerra
Nem refugiados.
A vida faria mais sentido
Porque a minha canção
Ressoar-lhes-ia continuamente
Ao ouvido.
Se uma canção bastasse
Para mudar o mundo!
Passaria a vida a cantar!
Zikomo é uma palavra que exprime gratidão. Quer dizer 'Obrigado' 'Com licença' assim como exprime um pedido de atenção. Os povos da Zâmbia têm um grande sentido de gratidão; por isso Zikomo está sempre nos lábios. Viver no meio desta gente é um grande dom que me foi concedido. Por isso também eu digo "Zikomo kwambiri!" (Muito obrigado!).
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quarta-feira, julho 20, 2011
quarta-feira, junho 16, 2010
Amigo
Que no medo e no perigo
Me acompanha.
Está sempre comigo!
Às vezes parece que está longe
E eu sinto-me abandonado.
Mas logo a seguir
Sinto sua presença.
Ele vem comigo,
Me acompanha, embora escondido.
E quando o perigo vem
E se acerca de mim,
Ele deita-me a mão
E me sustém.
E eu fico reconhecido
Porque o meu amigo,
Num gesto de amizade profundo
Me diz, ‘não tenhas medo,
Eu venci o mundo!’.
domingo, maio 03, 2009
Preciso de ti
Hoje vi uma criança
Que, olhando para mim,
Parecia pedir-me algo
Que eu não podia dar!
Olhei-a nos seus olhos suplicantes,
E baixei-me para lhe tocar.
Chorei porque não tinha nada.
E ela,
Com seu olhar penetrante
Parecia dizer-me: Obrigado!
Porquê, Senhor? Perguntei-me.
Que mal fez esta criança
Para que carregue sobre si
O peso da guerra
Que os adultos fazem e não ela?
Por momentos perguntei-me:
“Onde estás Senhor?”
E eu, que posso fazer?
De repente senti
Que aí,
Na pessoa da criança,
Tu me falavas Senhor.
Olhando-a de novo
Ao despedir-me,
Parecia dizer-me:
“Não vás,
Que eu preciso de ti.”
Foi então,
Que eu senti
Que me chamavas de novo,
Senhor.
Horácio
Que, olhando para mim,
Parecia pedir-me algo
Que eu não podia dar!
Olhei-a nos seus olhos suplicantes,
E baixei-me para lhe tocar.
Chorei porque não tinha nada.
E ela,
Com seu olhar penetrante
Parecia dizer-me: Obrigado!
Porquê, Senhor? Perguntei-me.
Que mal fez esta criança
Para que carregue sobre si
O peso da guerra
Que os adultos fazem e não ela?
Por momentos perguntei-me:
“Onde estás Senhor?”
E eu, que posso fazer?
De repente senti
Que aí,
Na pessoa da criança,
Tu me falavas Senhor.
Olhando-a de novo
Ao despedir-me,
Parecia dizer-me:
“Não vás,
Que eu preciso de ti.”
Foi então,
Que eu senti
Que me chamavas de novo,
Senhor.
Horácio
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